terça-feira, 13 de novembro de 2018

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai lançar um aplicativo para aparelhos celulares que vai ajudar o consumidor a entender o cálculo das tarifas de conta de luz. De acordo com a agência, o objetivo do aplicativo Aneel Consumidor é simplificar o atendimento e dar mais transparência à cobrança das tarifas de energia. Pelo serviço, que será lançado amanhã (13), o consumidor poderá usar simulações interativas para conhecer o funcionamento dos itens que compõem o valor da fatura de energia de clientes residenciais.
“Os cálculos de tarifa disponíveis levam em conta a realidade de cada distribuidora, a ser selecionada pelo usuário, a Bandeira Tarifária em vigor (atualmente, a amarela) mas não incluem impostos como ICMS, PIS/Cofins e taxa de iluminação pública”, informou a Aneel.
O anúncio do aplicativo foi feito em setembro, durante cerimônia no Palácio do Planalto para assinatura de contratos de concessões de linhas de transmissão de energia. Na ocasião, o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, disse que por meio do aplicativo o cliente pode acessar os dados da concessionária responsável pelo fornecimento de energia para acompanhar detalhadamente as cobranças que compõem a conta de luz.
“Qualquer consumidor poderá acessar a sua conta de luz e saber o que está indo para subsídio, o que está indo para geração, qual a parcela da transmissão, qual a parcela das distribuidoras e qual a parcela de impostos”, disse.
A plataforma facilita ainda o registro e acompanhamento de Solicitações de Ouvidoria (reclamações, sugestões, elogio e denúncias), apresenta orientações sobre os principais procedimentos relacionados ao fornecimento de energia e informações gerais sobre o setor elétrico. O aplicativo estará disponível para os sistemas operacionais Android e IOS.
Com informações Noticias ao Minuto
ex-ministro Joaquim Levy assumirá o BNDES na gestão de Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (12) pela assessoria de imprensa de Paulo Guedes, futuro ministro da Economia. Levy foi ministro da Fazenda de Dilma Rousseff no primeiro ano do segundo mandato da presidente e acabou afastado após a tentativa frustrada de fazer um ajuste nas contas públicas.
Nesta segunda, o executivo se despediu de colegas do Banco Mundial, onde ocupava o cargo de diretor financeiro. Ele deve se incorporar à equipe de transição. Assim como Paulo Guedes, Levy é doutor pela universidade americana de Chicago, berço de economistas liberais.
O nome de Levy circulou no fim de semana. Outros cotados para integrar a equipe econômica de Bolsonaro que foram ventilados são Ivan Monteiro, presidente da Petrobras, e Mansueto Almeida, secretário do Tesouro. A sua permanência nos respectivos cargos, contudo, não foi confirmada até o momento.
Com informaçoes Noticias ao Minuto

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A semana começa com uma boa notícia para os municípios de Coreaú, Miraíma, Mucambo, Poranga e Santana do Cariri. O Ministério da Saúde oficializou o repasse de quase R$ 3 milhões para o custeio de saúde. Os recursos são indicação do deputado federal Moses Rodrigues (MDB/CE).



Para custeio da Atenção Básica foram destinados R$ 450 mil para Coreaú, R$ 507 mil para Miraíma, R$ 355 mil para Mucambo, R$ 854,5 mil para Poranga e R$ 500 mil para Santana do Cariri. Além da Atenção Básica foram destinados recursos para média e alta complexidade. Nessa modalidade foram repassados R$ 144,6 mil para Mucambo e R$ 145,5 mil para o município de Poranga.

“O nosso trabalho tem sido pautado no diálogo com os municípios cearenses. Toda semana recebo em meu gabinete prefeitos que buscam melhorias para suas cidades, e saúde tem sido uma pauta constante. Por isso, tenho buscado junto ao Ministério da Saúde recursos com um único objetivo: promover qualidade de vida para a população”, destacou Moses Rodrigues.

domingo, 11 de novembro de 2018

Durante encontro com empresários, nesta sexta-feira (9), em Fortaleza, o presidente estadual do PSL, deputado federal eleito Heitor Freire, disse que a equipe de transição do futuro Governo de Jair Bolsonaro(PSL) está “avaliando” a extinção ou privatização de órgãos federais, inclusive os do Estado. Ele afirmou que fez a indicação de três nomes para a presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), mas estuda a situação dos mais de 800 cargos federais destinados ao Ceará.
Segundo Heitor, até o próximo dia 12 de dezembro, a equipe de transição de Jair Bolsonaro deverá anunciar o mapa dos órgãos federais na gestão do capitão da reserva. O dirigente do PSL no Estado contabiliza no Ceará a existência de 43 órgãos vinculados à União. “Acho desnecessário tantos órgãos, alguns você pesquisa no Google o endereço e você não sabe nem o que é que eles fazem. A máquina pública vai ser reduzida, tudo está em avaliação”.
Enquanto isso, a equipe de Heitor Freire já tem em mãos uma lista com mais de 800 cargos federais destinados ao Estado, que estão sendo “avaliados”, para saber quais serão cortados e quais nomes poderá indicar. Mas a quantidade de cargos só será resolvida quando a equipe de transição de Jair Bolsonaro definir os órgãos federais. “Até o fim do mês (de novembro), ele vai anunciar o seu primeiro escalão, depois ele vai tratar dos próximos órgãos”.
No evento com empresários, no entanto, Heitor anunciou, a indicação de três nomes “técnicos” para a Presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), mas não adiantou quais seriam. “Entreguei (a lista) à equipe de transição e vou deixar a critério do presidente (Jair Bolsonaro), mas o que eu garanto é que são nomes técnicos e pessoas capacitadas. Tem cearense, mas nomes não só do Ceará”.
NORDESTE 
Resultado de imagem para Partido de Bolsonaro avalia ocupação de 800 cargos federais no cearáHeitor falou também sobre a criação de uma Secretaria do Nordeste, para cuidar de projetos voltados para a Região. Ele disse, no entanto, que essa é uma ideia defendida pela bancada de parlamentares nordestinos aliados a Jair Bolsonaro e ainda não foi tratada com o presidente eleito.
“Nesse momento é só conversa entre os parlamentares de Jair Bolsonaro. Nós conversamos sobre a importância em defender o Nordeste a nível nacional e mundial. Temos o turismo que precisa ser valorizado, grandes indústrias já sinalizaram que querem vir para o Brasil, então seria uma secretaria vinculada ao gabinete do presidente Jair Bolsonaro, para apresentar projetos”.
Ele disse que, “provavelmente”, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) será ligado ao Ministério da Infraestrutura, que será comandado pelo general Ferreira. Heitor Freire descartou a extinção do órgão, que é alvo de problemas estruturais. Ele disse que que será comandado pelo general Ferreira. “O DNOCS é um órgão importante para nos auxiliar com problemas a nível federal. A Transposição vai estar a cargo do DNOCS”, apontou.
Por Leticia Lima

Nesta última quinta-feira, dia 8 de Novembro de 2018, reuniram-se os presidentes e representantes dos Centros Acadêmicos e Diretórios Acadêmicos dos 6 Cursos das Engenharias que existem em Sobral, a reunião aconteceu na Sala do Centro Acadêmico de Engenharia Civil da UVA, no Campos CIDAO.
Na ocasião foi criado o CONEES ( Conselho dos Estudantes das Engenharias de Sobral), onde irá englobar os Cursos de Engenharia Civil do FLF, Engenharia Civil e Engenharia de Produção do INTA, Engenharia Civil da UVA, Engenharia Elétrica e Engenharia de Computação da UFC.

O CONEES tem por objetivo criar um elo entre os estudantes dos cursos proporcionando parcerias e diálogos para o andamento de vários projetos que irão beneficiar os Acadêmicos.
A imagem pode conter: Emanoel Sabino, sorrindoO jovem Emanoel Sabino Carneiro, acadêmico do 6° Semestre de Engenharia Civil do Centro Universitário INTA foi eleito para presidir o Conselho entre 2018-2019, o Acadêmico de Engenharia Civil Henrique Augusto, também Presidente do Centro Acadêmico de Engenharia Civil da UVA foi eleito para ser seu Vice. Emanoel Sabino é de Santana do Acaraú e já foi Presidente do Centro Acadêmico de Engenharia Civil do INTA por dois mandatos (2016-2017), como também foi Coordenador do Setor Juventude da CNBB da Diocese de Sobral(2013-2014) e Vice-Coordenador da Juventude Missionária ligada as POM ( Pontifícia Obras Missionárias) do Estado do Ceará (2014-2015).
Diretoria de Comunicação e Relações Externas do CONEES.

Resultado de imagem para Bolsonaro diz que vai fiscalizar questões da prova do Enem antes da aplicação
O governo federal vai querer conhecer previamente as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir do ano que vem, para evitar temas polêmicos, principalmente a disseminação da “ideologia de gênero”, disse o presidente da República eleito, Jair Bolsonaro(PSL), durante a transmissão de cerca de 40 minutos feita nas redes sociais.
– No Enem do ano que vem, pode ter certeza, fique tranquilo, não vai ter pressão dessa forma. Nós vamos tomar conhecimento da prova antes. Vão ter perguntas sobre Geografia, dissertação sobre História, questões voltadas ao que interessa ao futuro da nossa geração, do nosso Brasil. – disse Bolsonaro, ao comentar uma das questões que tratou do pajubá, dialeto de travestis e da população LGBT.
Hoje, nem o presidente da República nem o ministro da Educação têm acesso à prova previamente. O material só é acessado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela aplicação do exame.
Durante a transmissão, Bolsonaro tratou transgêneros de “aquelas pessoas” e disse que essa é uma questão “menor” para o País. Segundo o presidente eleito, “quem ensina sexo (para as crianças e adolescentes) é papai ou mamãe”. Para demonstrar que o Brasil é conservador, disse que escolherá para o ministério da Educação alguém “com autoridade”.

Universidades

Para o presidente eleito, parte das universidades não se preocupa com educação. Ele citou uma visita feita à Universidade de Brasília (UnB), quando se disse surpreso com o que viu. “Era maconha”, descreveu. “Preservativo no chão e cachaça na geladeira.”
Bolsonaro também criticou as pichações que, segundo ele, são frequentes em universidades. Para Bolsonaro, a escolha do futuro ministro da Educação é um desafio. “Educação é complicado”, desabafou.
O cirurgião plástico e apresentador Robert Rey chegou ao condomínio onde mora o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), na zona oeste do Rio, com o intuito de se oferecer para comandar o Ministério da Saúde a partir do próximo ano. Rey disse que sua meta é criar um plano de seguro privado a cada cidadão e “eventualmente fechar o SUS”.
Resultado de imagem para Dr. Rey vai à casa de Bolsonaro se oferecer para ser ministro da Saúde
O médico, porém, admitiu de antemão que talvez tenha dificuldades para ser convidado para o governo. “Talvez ele (Bolsonaro) dê risada da minha cara e eu vou embora, mas não tem problema.”
Dr. Rey chegou ao local em um táxi no momento em que Jair Bolsonaro recebia o embaixador da Alemanha. De cara, o cirurgião logo antecipou o motivo da sua visita. “Eu quero falar a verdade, que talvez cogitam eu pra ministro da Saúde. Fui criado lá fora, conheço o sistema de saúde do primeiro mundo. Eu sou da mídia, seria legal ter uma representação da mídia dentro desse governo”, afirmou o cirurgião, que fez carreira nos Estados Unidos e declarou duas vezes que estudou em Harvard. “Eu só espero que talvez ele me cogite para ministro da Saúde.”
Dr. Rey também antecipou seus planos, caso seja alçado a titular da Saúde. “Todo brasileiro terá seguro privado. Todo mundo terá o Einstein. Todo mundo terá direito ao Einstein. Por que não?”, comentou, fazendo referência ao Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo onde Bolsonaro ficou internado após levar uma facada, em setembro.
O cirurgião criticou o Sistema Único de Saúde (SUS), dizendo que “é um crime contra a humanidade” esperar até dois anos por uma mamografia. “O que acontece no SUS é um crime. Eventualmente eu quero fechar o sistema público do SUS”, declarou.
Ao chegar, ele admitiu que “talvez nem abram a porta”. Dr. Rey saiu do condomínio 15 minutos depois sem revelar se conseguiu a audiência com Bolsonaro. “Está na mão dele”, resumiu.
Dados oficiais do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) destacam que existem hoje 32.589 posições comissionadas no Executivo federal. Desse total, 6.099 postos comissionados podem ser preenchidos sem concurso público indicados diretamente pelo presidente.
As outras 26.490 vagas ou são exclusivas para servidores concursados, que passam a ter temporariamente salários e responsabilidades maiores, ou estão fora da administração federal direta e não são indicados diretamente pelo presidente da República. Há outros cargos que são indicados por reitores de universidades, dirigentes de fundações e presidentes de agências reguladoras, por exemplo.
Esses cargos, muitas vezes usados historicamente como moeda de troca no Congresso, sofreram cortes com a reforma administrativa do governo de Michel Temer. Foram suprimidas 4.184 cargos e funções, ocasionando uma economia anual estimada de R$ 193,5 milhões, segundo o Planejamento. Temer aumentou, por decreto, a proporção de cargos restritos a concursados.
Bolsonaro também poderá fazer cortes por decreto, sem a necessidade de aprovação do Congresso. Já se quiser criar novos cargos terá que enviar a proposta para o Congresso. Os servidores concursados, não podem ser simplesmente demitidos, mas podem ser excluídos depois de um processo administrativo disciplinar, caso cometam alguma irregularidade.
Bolsonaro tem dito que não trocará apoio ou favores por cargos públicos.
Com informações do Uol Online
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O presidente Michel Temer está sendo cotado para ser o embaixador do Brasil na Itália, em Roma, após deixar a Presidência. Fontes do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores (MRE) afirma que Temer é um forte candidato, mas o Itamaraty, não confirma.
O posto é considerado um dos mais prestigiados do corpo diplomático brasileiro e a indicação de emedebista é tratada como uma “saída honrosa”. Além da embaixada de Roma, integram o imponente Circuito Elizabeth Arden, as representações de Nova York, Londres e Paris. Atualmente, a embaixada é chefiada por Antônio de Aguiar Patriota, diplomata de carreira e ex-chanceler de Dilma Rousseff (PT).
Com a nomeação, Temer manteria o foro privilegiado. A Presidência da República nega que Temer tenha interesse em aceitar um eventual posto na embaixada da Itália ou em qualquer outro posto diplomático. Segundo interlocutores, manter o foro diplomático não seria vantagem para Temer, pois os Ministros têm negado seguidamente pedidos da defesa dele. Por isso, seria mais vantajoso o processo ir para um juiz da primeira instância.
Após indiciamento no inquérito dos Portos, que investiga pagamento de propina de R$ 5,8 milhões, entre 2000 e 2014, ao presidente Michel Temer, o emedebista vem se dedicando a avaliar os possíveis desdobramentos jurídicos e políticos do caso, com a ajuda de advogados, amigos próximos e de seu conselheiro, o ministro da Justiça, Torquato Jardim. O grupo praticamente descarta a apresentação de uma terceira denúncia contra Temer até o final do mandato. O presidente e outros 10 investigados foram indiciados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A avaliação geral é que em menos de três meses o caso “baixará à primeira instância”, segundo advogados. O emedebista perderá o foro privilegiado, que lhe garante ser processado e julgado no STF, assim que deixar o cargo de presidente da República, em 1 de janeiro de 2019.
 REDAÇÃO CEARÁ AGORA

quinta-feira, 8 de novembro de 2018



Tradicional retrato confeccionado ao final da gestão de cada presidente será exposto na galeria do museu da Casa. Em 2017, Senado pagou R$ 6,9 mil por uma tela do senador Renan Calheiros.

O Senado assinou nesta segunda-feira (5) um contrato, no valor de R$ 8,2 mil, com um ateliê de arte do Distrito Federal para confeccionar um retrato em óleo sobre tela do presidente da Casa, Eunício Oliveira(MDB-CE). A obra será exposta na galeria de ex-presidentes do Senado no período da República, localizada no museu da Casa.

O contrato foi publicado nesta terça-feira (6). Ainda não há previsão de quando o retrato do atual presidente do Senado será instalado na galeria.

A confecção das telas em óleo é uma tradição no Senado. Todos os retratos exibidos na galeria do museu da Casa foram pintados em telas.
Derrotado em outubro na tentativa de reeleição para o mandato de senador, Eunício assumiu o comando da Casa em 2017 e ficará na função até o fim de janeiro de 2019. Como foi derrotado nas eleições deste ano, não poderá disputar a reeleição para a presidência do Senado no próximo ano.

O contrato firmado com o ateliê de arte prevê que a tela do senador cearense terá 40 centímetros de largura por 50 centímetros de altura. Além disso, a empresa contratada deverá emoldurá-la, segundo padrão aplicado aos retratos dos demais ex-presidentes do Senado.

Conforme o documento, o gabinete de Eunício fornecerá fotografias do parlamentar que serão utilizadas pelo artista contratado para retratar a imagem do emedebista.
A empresa contratada terá até 60 dias, a partir da entrega das fotografias, para apresentar uma versão da tela para análise da direção da Casa. Segundo o contrato, o Senado poderá propor ajustes na pintura no prazo de 10 dias úteis corridos. O contrato prevê ainda que e empresa dê garantia de 90 dias para a obra.
Galeria de ex-presidentes

Esta não é a primeira vez que esse ateliê é contratado pelo Senado para confeccionar retratos de presidentes da Casa. Em 2017, o Senado pagou R$ 6,9 mil por uma tela do ex-presidente Renan Calheiros (MDB-AL).
Galerias de ex-presidentes são comuns nos prédios dos Três Poderes, em Brasília. No entanto, no Executivo e no Judiciário as galerias são de fotografias, e não de telas pintadas em óleo.

No Palácio do Planalto, por exemplo, são expostas fotografias de ex-chefes do Executivo. O Supremo Tribunal Federal também tem uma galeria de fotografias de ex-presidentes do tribunal que fica disposta ao longo de um túnel subterrâneo que liga um dos anexos ao prédio principal da Corte.

Via G1 CEARÁ

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