quinta-feira, 30 de agosto de 2018


TASSO defendeu o pedido de tropas federais para as eleições no Ceará Tatiana Forte
Em ato de campanha que marcou a inauguração do comitê do deputado estadual Capitão Wagner (Pros), o senador Tasso Jereissati (PSDB) disse que o “Ceará é refém dos criminosos e das facções”.

Ao lado do candidato tucano ao Palácio da Abolição, General Theophilo, do ex-governador Lúcio Alcântara (PSDB) e dos postulantes da chapa PSDB/Pros ao Senado, Dra. Mayra e Eduardo Girão, Tasso defendeu também o pedido de envio de tropas federais ao Estado durante as eleições.

“Ia fazer uma caminhada num bairro da cidade (Fortaleza) e me disseram pra não ir porque era perigoso, tinha que se identificar. Por essas razões, e por omissão também, acho que as tropas são necessárias”, disse o senador.

A medida, aprovada por unanimidade, foi requerida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE) na semana passada a partir de parecer elaborado pela Procuradoria Regional Eleitoral com base em investigação do Ministério Público Estadual (MPE).

Adversário do governador Camilo Santana (PT), que concorre à reeleição, Theophilo endossou as críticas do padrinho político.

“Nesse estado agora, o que impera é a falta de segurança. Foram 84 mortos em quatro dias, de quinta a domingo. Nem na Síria, que está em guerra civil há anos, eu vi tanta morte”, assegurou o postulante.

Na briga por uma vaga na Câmara dos Deputados, Capitão Wagner direcionou seus disparos para outro alvo: o presidente do Congresso Eunício Oliveira (MDB).

Depois de elogiar Mayra e Girão como os candidatos “ficha-limpa” contra “a turma da Lava Jato”, o parlamentar falou que “senador não é presidente”.

Em seguida, sem citar diretamente Eunício, emendou: “Em todo canto o homem chega dizendo: ‘Liberei 200 milhões pra saúde, liberei 300 milhões pra educação’. Ele é o presidente agora?”.

Ex-aliado do senador emedebista nas eleições de 2014, quando Eunício foi derrotado por Camilo, hoje companheiro de coligação, Wagner acrescentou que o candidato governista evita associar-se ao presidente Michel Temer (MDB) impopular, o chefe do Executivo é rejeitado por mais de 70% dos brasileiros.

“Agora ele diz que é Lula, agora é ‘Lula livre’. Mas, na hora de votar o impeachment, ele não lembrou que era aliado do Lula, não. Derrubou a Dilma pra que o presidente dele pudesse assumir a Presidência da República”, afirmou o deputado.

Localizado na Avenida da Universidade, o comitê de campanha de Capitão Wagner situa-se num corredor tradicionalmente de esquerda.

Funciona a duas quadras da sede estadual do PT e a poucos metros dos comitês do vereador e candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa Guilherme Sampaio e da deputada federal e ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins, ambos petistas.
Fonte: O POVO

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