quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Em nota, os Correios destacaram que a suspensão da paralisação foi a condição para que a empresa aceitasse a proposta do TST de manter as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2018/2019 até a data do julgamento do dissídio coletivo.

Após assembleia realizada durante a noite dessa terça-feira, os funcionários dos Correios decidiram suspender a paralisação em todo o país, aceitando a aceitando a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de prorrogação do atual acordo coletivo da categoria até a data do julgamento do dissídio.
No entanto, os trabalhadores ainda seguem com o chamado “estado de greve” até o julgamento do dissídio coletivo, marcado para 2 de outubro. No último dia 12, o ministro do TST Maurício Godinho Delgado já havia determinado que 70% dos funcionários dos Correios voltassem ao trabalho.
Em nota, os Correios destacaram que a suspensão da paralisação foi a condição para que a empresa aceitasse a proposta do TST de manter as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2018/2019 até a data do julgamento do dissídio coletivo.
A categoria reivindica a reposição da inflação do período e é contra a privatização da estatal, incluída no mês passado no programa de privatizações do governo Bolsonaro. Além disso, há demanda por melhores condições de trabalho e outros benefícios.

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